Ænima, palavra de origem Tooliana, que tem como significado: a lavagem da alma. Morreu o pequeno deus, morreu uma apologia...Prefiro desiludir com a verdade do que iludir com a mentira, e no entanto, aqui estou, a julgar-me fora do alcance da minha própria ambição. É hora de encaixar as peças todas. É altura de observar os vários pontos de vista duma peça completa.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Pequenos deuses (54)
Não é a primeira vez que falo neles (pequenos deuses); nem é a primeira vez que sublinho tudo o que vou escrever aqui hoje. A semana passada aprendemos, ou deveríamos ter aprendido com o jogo do Benfica, (pelas razões erradas, mas também elas devem servir para algo), devemos ser sempre nós próprios, e se possível no nosso melhor; poderão sempre amar-nos com os nossos defeitos, o que é de louvar, mas será melhor conseguirmos ser nós mesmos e sermos esse nós no melhor. E hoje, nesse jogo que colocou em campo o meu país e o país vizinho, aprendemos outra lição bem importante. O medo? O medo são reticências... A potência espanhola se encontrar uma equipa sem medo à sua frente perde toda a sua força, perde o seu controlo, perde a sua jogabilidade. Para que serve ter-se medo? O medo faz-nos não correr riscos? Talvez, mas há riscos que devem ser tomados, e este jogo foi a prova disso mesmo. Sem medo fazem-se coisas espectaculares. Aproveitar também para dar os meus parabéns ao José Mourinho e ao Paulo Bento. Ao primeiro por ajudar a fazer amadurecer o famoso Cristiano Ronaldo (de quem nunca fui grande fã), e ao segundo por conseguir por-me a gritar golo novamente pela selecção. Portugal, como equipa que já foi, está a começar a estar de volta...E o medo? São reticências. Com esforço, amor, e vontade, tudo se encaixa...
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